Uma mensagem que você deve ler

Todo o ser humano em algum momento de sua vida  teve pensamentos que acreditou não serem seus.

De uma forma bastante simples dividi-se estes pensamentos em 2 grupos:

– Quando fomentam a discórdia – vem do mal.

– Quando fomentam a concórdia  – vem do bem.

Em relação a estas  2 figuras; o bem e o mal, utilizamos diversos nomes diferentes para  posicioná-las em nosso contexto de vida,  trafegando de deus ao diabo, passando pelo caminho em todas as suas hordes de anjos, querubins, mestres, santos, demônios, seres maléficos e fantasmas vorazes.

 

Historicamente, a sociedade em todas as suas formas sempre teve uma aceitação maior da natureza mística do que a humana. Assim é mais simples aceitar como uma intervenção maléfica superior a postura de pessoas que quebram os paradigmas impostos pela sociedade como o comportamento  aceitável daquela época em questão.

 

Nossa história enquanto sociedade  organizada (tem aproximadamente 10.000 anos) é  moderna se pensarmos que estamos neste espaço que chamamos de terra há aproximadamente 150.000 anos com a mesma aparência e capacidade intelectual que temos hoje sentados atrás de nosso computador visitando o mundo pela internet.

 

Enquanto sociedade infelizmente nos apegamos mais às ações de discórdia e os pensamentos motivados e realizados por esta força. Se contarmos somente os  2000 anos  a partir do nascimento de  cristo tivemos  guerras  entre militares com grandes casualidades civis. Em aproximadamente 1.500 destes anos se contarmos as revoluções (guerras internas) não houve nem um ano desta história sem uma guerra acontecendo !  Só nestes 2.000 anos mais de 130 milhôes de seres humanos morreram vítimas de uma guerra sendo que deste grupo aproximadamente 100 milhôes eram civis sem armas ou treinamento militar; isso significa que as ações de discórdia nos últimos 2.000 anos mataram em média 50,000 pessoas por ano  ou  137 por dia !

 

As ações de discórdia para o bem da sociedade são justificáveis  para quem as pratica. Os colonizadores do Novo Mundo americano exterminaram cerca de 3.000.000 milhões de nativos no território que hoje chamamos de USA e Canadá entre 1606 e 1890, ou seja, em 284 anos a limpeza  étnica realizada matou em torno de 29 índios por dia; se somarmos a este número os nativos exterminados por espanhóis e portugueses do México ao Brasil temos mais 4.500.000 de vitimas.

7.500.000 de pessoas massacradas e a principal justificativa era a ausência de alma destes indígenas  e sua concórdia perante a elite religiosa dominante na Europa.

 

É um paradoxo; quanto mais caminhamos enquanto sociedade para o futuro mais influenciados e treinados para a discórdia  somos.

Palavras como  Individualismo, medo, ira, luxúria, gula, stress, violência, descaso e tristeza são mais atuantes  em nossa vida do que o seu contrário.  Esta realidade sempre acompanhou a nossa história.

 

Mas  devemos nos sentir potentes perante esta realidade !

Ao reconhecer  o que somos  individualmente  em contra partida ao que  tememos ser  socialmente, criamos uma consciência que vai ser a voz dentro de nossos pensamentos;  é um ensinamento simples: só perdemos o medo de nadar quando estamos dentro da água aprendendo a boiar.

 

A voz que habita meus pensamentos um dia de madrugada me acordou e fez uma pergunta:

Por que você tem medo de perder o controle ?

Acreditei  que era um sonho, virei para o lado e resolvi tentar dormir mais um pouco…… em menos de 60 segundos senti um cutucão em meu braço  e a pergunta:

Eiiiii Por que você tem medo de perder o controle?

Confesso que a situação  começava a tirar a minha vontade de dormir e eram só 03h30m ! resolvi fazer o que me parecia mais sensato naquele momento, responder a pergunta e voltar a dormir…… mal sabia que a resposta iria continuar por horas, dias e anos como um diálogo  entre a minha latente discórdia e a esquecida concórdia que ainda habitava o meu ser. Destes dias e noites  passados conversando dentro da minha cabeça   cheguei a poucas conclusões, mas guardei um guia que me permitiu  escrever sobre isso.

 

E a  lição que nunca esqueci:

Devemos sentir antes de analisar.

 

 

 

O instante da revelação:

A concórdia é individual, incomensurável, incondicional e tênue habita o centro elétrico que movimenta o corpo.

Nunca estamos sós.

Somos animais com necessidade de convivênciaem grupo. Aestrutura social que vivemos se alimenta do grupo, somos uma unidade ao trabalhar, ao praticar esportes e na convivência social, criamos a unanimidade e as decisões grupais para podermos conviver com nossas limitações,  assim evitamos ter que estar face a face conosco.

Esta realidade dificultou e muito para eu aceitar o instante de revelação.

 

A compreensão transcendental dos pensamentos de concórdia acontecem a medida que nos programamos para entender o fluxo da vida em grupo, e com isso manter nossa unidade e seus preceitos intactos. Somos uma máquina cósmica programada para ser inundada por energias e com isso irradiar felicidade, a semente dos pensamentos de concórdia.

Passamos  uma grande parte  de nosso dia sem notar  este fluxo energético ou confundimos seus sinais físicos com manifestações do relacionamento  com o grupo.

A energia quando nos atravessa é neutra a compreensão que geramos deste evento é que pode gerar diversos estados de ânimo positivo ou negativo.

 

Existem 5 exercícios importantes de se praticar para rumarmos a concórdia. Eles são simples e explicados abaixo.

 

O primeiro exercício que devemos praticar  é o sentir energético individual, e para isso vamos começar conhecendo as fases de aquisição de energia.

 

ENTRADA – acontece durante todo  o tempo como uma nuvem de perfume que se espalha por todo o nosso corpo quando pressionamos sua válvula, seu principal acesso é a nuca, costas das mãos e peito dos pés (onde existem em alegorias religiosas as marcas das chagas de cristo). Existem sensações comuns que se manifestam quando a entrada está acontecendo  já impressa com uma matriz contaminada pela egrégora do grupo que são:

  • Dormência e peso na nuca.
  • Pés doloridos no calcanhar (pontadas).
  • Dedos pesados como se não quiséssemos ou pudéssemos andar levantando o pé,
  • Sensação que nossos dedos estão um sobre os outros e não os sentimos retos.
  • Punhos com a sensação de estarem esticando o dedos e sentimos  resistência ao fechar a mão.
  • Sensação de sensibilidade ao  toque com as mãos (superexposição tátil).
  • Calafrios generalizados.

 

FLUXO – o caminho das energias dentro de nosso corpo físico seguem um movimento constante descendente a partir de seu ponto de entrada. As ondas energéticas são similares ao movimento das ondas do mar e sempre “quebram” ao encontrarem a terra onde nossos pés estão presos pela força gravitacional e ali se espalham como uma onda circular em todas direções e com um pequeno refluxo que é reabsorvido pelo nosso corpo de acordo com a velocidade e volume deste refluxo.

 

LIBERAÇÃO – quando o fluxo é habitual  não sentimos a liberação da energia, pois ela é uma atividade normal  de nosso dia a dia. Sensações nascem da existência de um refluxo excessivo, mantendo nosso exemplo das ondas. Quanto mais ondas quebram na praia maior é a volta de água para o mar que vai neste movimento desfigurando as ondas seguintes. A liberação se torna excessiva e quebra o fluxo natural quando estamos expostos demais e sensibilizados em função desta exposição (que pode ser emocional, física, instintiva). Normalmente os sinais físicos do refluxo são interpretados pela  nossa estrutura psicológica mais do que a física:

  • Insônia.
  • Irritação.
  • Sensação de perda vaga.
  • Sensação de não pertencer.
  • Baixa autoestima.

 

Entender o fluir energético individual é aceitar que só estamos sensíveis a ele quando alguma situação está alterando sua estrutura, e isso é o principal mecanismo de defesa que  a unidade primordial conseguiu arraigar em nossa memória genética: sentir é um alerta de invasão do meio em nosso processo de individuação.

 

O segundo exercício que devemos praticar é o aceitar do fluxo. Imaginemos a vida como um poema !

“Só hoje diga bom dia,

Faça o dia nascer bonito

Iluminado com o seu sol

Cada passo

Cada momento

Cada caminho

Cada carinho

Esteja no alcance de seus raios

longe das sombras

Mas faça só hoje

Sem pensar no amanhã

Pó rque quando o amanãa for hoje

Então para o começo você volta novamente.”

 

E veremos que aceitar o fluxo é estar sintonizado com a água e não com o rio. É a prática diligente do deixar fluir que nos ajuda a sermos livres de qualquer amarra e mantermos assim uma relação saudável com o todo que nos cerca. A relação que mantemos com nossas cercanias deve sempre ser precipitada pelo ritmo de nossa respiração e para isso vamos praticar uma pequena mentalização diariamente quando acordamos;  ela  combina a respiração com a fala e assim nos ajuda a começar o dia alerta :

 

“……Quando você puxar o ar para o pulmão verbalize (falando ao puxar o ar para dentro)

– Mudar os meus padrões.

(Mantenha o seu corpo com a quantidade de ar que você puxou para dentro ao falar.)

E solte o ar verbalizando :

– Paciência, compaixão, compreensão, esforço, sabedoria, relaxamento, generosidade e sentido.

Tente agora manter seu corpo sem ar por 2 segundos (conte 1001/1002)  e então repita a frase e o puxar de ar verbalizando continuamente.

Através  desta pequena meditação estamos praticando o ato de reprogramar nosso cérebro, mudando o perfil das informações que subconscientemente enviamos para o nosso corpo quando somos estimulados externamente.

O subconsciente se modifica com trabalho continuo e refração informativa consciente*, somos animais altamente maleáveis.

Esta pequena mentalização se praticada diariamente em qualquer horário do dia por um período de 5 minutos ajuda nossas mudanças internas.

E você deve estar se perguntando por que ?

1o – Ao falar mudar os padrões estamos verbalizando uma necessidade que sentimos e que vai explorar em nosso subconsciente o que são estes padrões e deixar os “arquivos” mais expostos à reorganização.

2o – As palavras que verbalizamos para soltar o ar, tem cada uma delas um significado positivo que tende a se arraigar muito mais profundamente em nossa mente já que somos por natureza pacíficos e positivos (tenha certeza diss;o você é pacifico e positivo).

Cada uma das palavras tem o seu significado e a ordem que as verbalizamos não é importante, o que vale é o ato de mentalizar e entender. Faça-a de forma relaxada sem se preocupar se na 1a vez faltou uma das palavras. Parte do caminho é deixar a vida fluir.

Agora vamos falar sobre cada uma das palavras :

PACIÊNCIA – Este é um dos maiores alicerces de nossos sentimentos positivos, e devemos praticar sempre que possível. É o antídoto do ódio e da raiva e nos ajuda a vivenciar boas coisas quando estamos imbuídos de seu espírito.

COMPREENSÃO – O ato que nos permite ver e ouvir o outro com isenção e de espírito aberto.

COMPAIXÃO – O sentimento que nos motiva a estar presente altruisticamente para o outro quando ele necessitar, e faz com que entendamos o que podemos dar ao outro.

ESFORÇO – Combate à preguiça, nos mantém alerta e dia a dia alarga nossas possibilidades em todos os campos que queiramos nos envolver.

Com esforço geramos a capacidade de sempre fazer o melhor.

SABEDORIA – Estudar gera conhecimento, ao aplicar este conhecimento à pratica da vida geramos Sabedoria, quanto mais aprendemos com a prática mais ferramentas temos para ajudar aos outros e a nós.

 A pessoa sábia aumenta seu entendimento e tem a capacidade de perceber de forma mais profunda os seus sentimentos e  o caminho que pode seguir. Distingue os diferentes estados em que se encontra e tem alicerce para crescer.

RELAXAMENTO – A atitude de manter tudo sempre em “férias”, tranqüilo, é o combustível da descoberta, do discernimento e do distanciamento. . Permite ver o todo sem se perder nas partes, mantém nossa vida aberta a experimentar o novo. Uma frase emblemática do relaxamento é que a beleza esta em ver a casa como um todo harmônico, no conjunto da obra, e não em cada detalhe ou curva, quadro pendurado ou louças.

GENEROSIDADE – O caminho natural da doação e do bem estar, do ser presente a quem necessita sendo pró-ativo em relação ao mundo que nos cerca (e que é você).

SENTIDO – Para a grande maioria dos seres humanos que sentem algum tipo de “vazio” o combustível dos sentimentos negativos e apreensão,  é a falta de uma “visão”, um sentido em suas vidas.

Algo maior, empírico, imensurável, motivador, inspirador e principalmente alcançável.

Portanto mentalizar esta capacidade cria a perspectiva de nossos arquivos juntarem informações fragmentadas e trazê-las para frente de sua mente e pouco a pouco se transformar em um objetivo algum dia no futuro.

 

Esta meditação trabalha em paralelo com a respiração. Se você notar a frase que é falada para soltar o ar, é maior que a frase para trazer o ar aos pulmões. Este pequeno exercício aumenta nossa capacidade pulmonar através da renovação de ar amplificada em nosso corpo.

Lembre-se que nosso corpo se alimenta de oxigênio e expele gás carbônico, assim de forma simples estamos ajudando nosso corpo a viver melhor e renovando de forma bem natural o ar que nosso sangue carrega para nos alimentar…….”

 

 

O terceiro  exercício que devemos praticar é o estar no grupo, ou seja aceitar a necessidade de sua presença sem perder a individualidade necessária para que sua vida seja regida pelo 1º instante de revelação.

Determinados estados mentais temporários escurecem a mente e  se manifestam com  o sofrimento em 3 instâncias distintas:

– a mente, o corpo e a ação.

Este estado de abertura ao entorpecimento daquilo que não somos  é latente em cada um dos seres humanos. Sua raiz está na ausência de alinhamento entre corpo e menteem harmonia. Nascequando deixamos que nossa mente vague em direção a algo que nos chame a atenção e se agarre aquilo gerando sensações sem motivo real  em nosso corpo físico.

Um grande exemplo desta dinâmica são os atentados terroristas de 11 de setembro que levaram várias mentes do mundo a vagar pelo arquétipo materializado do mal naquele instante, Osama Bin Laden, e assistimos uma sucessão de revoluções, mortes, atentados, governos e caçadas que nos oprimiram o dia e as perspectivas de futuro mesmo estando a mais de2.000 kmde distância e sem ter nenhuma ligação direta com os fatos acontecidos e sucessivos.

Nossas 3 instâncias distintas se apegaram a:

Mente – terror, medo, revolta, curiosidade mórbida.

Corpo – insônia, excitação, enrigecimento da musculatura, restrição de movimentos.

Ação – compartilhamento da dor e sofrimento alheio através da participação coletiva em uma egrégora de perspectivas  sombrias sem reação (a violência gerando a violência) e fomentadas em discórdia.

 

Exercitar a nossa individualidade no grupo é aceitar o nosso papel sem perder a perspectiva daquilo que somos realmente:

Indivíduos separados do todo primordial.

 

Para entendermos aquilo que somos é importante primeiro eliminarmos algumas certezas que guiam alguns de nossos objetivos:

  • A crença que nossa individualidade nos torna solitários;
  • Dúvidas e incertezas sobre aquilo que aprendemos e internalizamos;
  • Apego a rituais e ritos coletivos;
  • Desejos puramente carnais;
  • Má vontade;
  • Luxúria em relação a posse material;
  • Orgulho do que criamos e  achamos ser;
  • Arrogância em relação ao que os outros são;

 

A eliminação destas crenças é como domar um cavalo selvagem, às vezes pensamos que ele já está dócil e caímos quando tentamos montar. Por isso devemos criar uma biblioteca de informações sobre o nosso pretenso eu catalogada respondendo em situações diferentes às mesmas perguntas:

 

  • Quem sou eu ?
  • Qual o meu propósito de vida ?
  • Onde minha vida é mais plena ?
  • Qual a minha razão de ser ?
  • Como sei que estou sentindo ?
  • Qual os sentimentos que mais gosto de  sentir ?
  • Qual  o dom único que eu trago ao mundo ?
  • O que desejo Criar ?
  • O que há de tentador para mim nas coisas que quero ?

Com o tempo ao ler nossas respostas vamos enxergar o quão instáveis somos normalmente e como nossas certezas são externas em relação a paz central de nosso interior.  Isso vai reforçar nossa intenção de estar livre dos caminhos que embrutecem a mente individual e nos arremessa à falsa segurança do coletivo em contra partida a nossa participação expressiva naquilo que deve ser coletivo.

 

O quarto  exercício que devemos praticar é aceitar o que não podemos ver como real independente das medidas que nos impõem como ciência.

A religião é um caminho que nos apresenta o real sem necessidade de comprovação científica de sua realidade. Aqueles que refutam  a existência de Deus e nunca chegaram a conclusões científicas sobre como tudo começou reforçam a idéia expressa em uma religião.

Para as pessoas religiosas o aceitar o que não vemos como real é uma prática diligente e diária e mais simples do que os que não professam uma religião. Se você tem dificuldades em aceitar sem uma prova visual ou material então o sua essência está presa à discórdia.

O exercício ideal para criar um estado de aceitação é a fé em seus instintos; quando a sua mente diz não mas seus corpo inteiro treme em aceitação, talvez seja um sim… quando você abraça o físico e releva sua intuição a não existência talvez seja um não.

A verdadeira essência do aceitar o que não vemos é relevar, abrir caminho para que outras instâncias menos desenvolvidas se preocupem com este fato que em nada vai modificar sua vida ou sua forma conceitual.

O primeiro degrau do aceitar é viver instantes e fatos sem querer explicações. Tente 1 degrau por dia, ano ou milênio.

 

O quinto  exercício que devemos praticar é aceitar a nossa fragilidade.

Existimos como um corpo durante décadas e estamos sempre a uma respiração de abandonar esta realidade, a um milisegundo de deixarmos de ser.

Mais importante do que evitar o pensamento da não existência é ter sempre real e presente em nosso dia a honra que é poder tocar, olhar e nascer a cada instante.

Ao abrir os olhos evite sair correndo !

Você já viu uma criança acordando ?

Este é nosso principal exemplo, elas abrem os olhos com calma, alongam todo o corpo se espreguiçando, piscam e esfregam os olhos, mexem  a boca, esfregam o nariz…. ou seja sentem todo o seu corpo antes de sair correndo por ai…

Seja mais criança na hora que abrir os olhos !

 

Depois, antes de se levantar, cumprimenta o seu mundo, diga bom dia a vida, ao seu quarto, a sua janela, a esposa, cachorro, urso de pelúcia  (Ou quem estiver por perto). Você é religioso ? se for cumprimenta o seu Deus,  permita que independente de como você  dormiu   esteja praticando algo positivo no momento que acorda…. significa que estamos dando a chance de começar com o pensamento positivo !

Você não é religioso,  apenas sorria prolongadamente e veja como é bom este exercício.

 

Lembre-se apenas de ser diligente com seus 5 exercícios !

 

Viver o tempo inteiro dentro da concórdia é uma metáfora similar ao nirvana, ao caminho do meio, a iluminação, ao êxtase do caminho.

Ela nos permite estar presentes em cada instante e com isso criar uma história de vida pungente sem atributos que nos prendam aquilo que só existe impulsionado pelo nosso medo ancestral.

A  conquista da concórdia acontece a cada prática, ao fazermos um exercício e vivermos o nosso dia. Ela se arraiga a nossa experiência transformando-se em sabedoria quando confrontada com a vida em nosso círculo e o que vemos a nossa volta.

Esta sabedoria cresce e se firma em nosso ser a cada vez que praticamos.

Simples, constante e duradoura.

Meu coração deseja que a paz desta mensagem possa penetrar o véu de sua existência.

 

 

 

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s