Caminhar em direção a um sofrimento não é uma boa opção.

A vida já nos brinda com os nossos sofrimentos e a chance de atuar sobre eles para podermos crescer.

 

Mas não com o sofrimento alheio.

 

Chamo de sofrimento alheio interagir com assuntos, imagens que não temos condições nenhuma de inferir uma melhora ou que são distantes de nossa capacidade de resolução.

Podemos e devemos ter a capacidade de ficar tristes, mas com um objetivo específico e não porque alguém mandou um vídeo violento de um animal maltratado para ser visto.

 

A tecnologia trouxe a informação para a ponta de seu dedo, você tem e deve exercer o direito de escolher o que  é bom ou ruim para você.

 

De uma forma muito simples devemos separar os assuntos entre:

1 – os que  nós gostamos e nos fazem bem.

2 –  os que não gostamos

E o 2º grupo deve ser dividido ainda mais:

2a – Não gostamos mas devemos nos informar.

2b – não gostamos e não vai nos trazer nada de bom.

2c – Não gostamos e não vamos poder fazer nada para mudar.

2d – não gostamos e não queremos fazer nada para mudar.

A tecnologia evoluiu o mundo para uma época de carmas coletivos e de massa, assim hoje você pode estar tomando café em casa com seu filho e se estiver vendo TV ser invadido por um avião que bateu em um prédio, ou um tsunami no pacífico ou um ato bárbaro de violência em Israel…

 

E este carma vai se apegar a você e criar um estado energético que abre o seu ser para toda uma corrente de sofrimentos que não são seus e que com certeza vão embotar a sua forma de ver o mundo e gerar a partir daí sofrimentos que você não devia ter !

 

Um  belo exemplo disso é  a  A SÍNDROME DO ESTRESSE PRÉ-TRAUMÁTICO (SEPT), já inventamos até um tratamento científico para isso ! … e nem seria preciso, bastava optar por caminhar pára longe daquilo que não vai trazer bem nenhum e para perto daquilo que nos faz crescer.

 

Budah em sua sabedoria quando alcançou um estado contemplativo específico concluiu existir  4 nobres  verdades que são todas ligadas ao sofrimento.

1 – afirma que viver é sofrer.

2 – explica os vários tipos de sofrimento ligados ao viver.

3 – atesta o fato irrefutável de que podemos cessar um ciclo de sofrimento.

4 – Nos aponta o caminho diligente para isso.

A 3ª nobre verdade nos aponta um fato simples que é  o aprender a discernir quando devemos e quando não devemos sofrer.

A libertação passa por aceitar a existência do ciclo e viver seguindo um caminho onde chegaremos a uma existência neutra, onde entendemos o sofrimento e a alegria com moderação.

 

Viva a sua vida e dignifique o  seu caminho com a verdade sabendo que tens um poder único, o de frear um carma ou sofrimento alheio analisando a forma como vai vivenciá-lo e passá-lo adiante.

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