A vida é formada por ciclos

A vida é formada por ciclos que se renovam e repetem a cada tantos anos como um caleidoscópio randômico.

Procurar sempre a visão macro das situações  que nos encontramos é tentar entender o movimento que chamamos de destino…

Se orientar em uma tempestade de informações com os ouvidos atentos é  procurar uma referência palpável que justifique o prosseguir na direção que desejamos.

Rumar sem destino é difícil para as pessoas que estão sempre arraigadas em seus mundos, vida e modo de ser, é viver acreditando que  existe uma fronteira invisível demarcada em nosso espaço pessoal  e esta tênue linha age como um bumper a cada vez que nos aproximamos dela  nos arremessando para o centro do caleidoscópio novamente.

 Para os fatalistas poderíamos observar que as linhas são o que não é o nosso destino são a demarcação de nosso  caminho até o matadouro final “pobres ovelhas caminhando sem compreensão e com medo”.

O livre arbítrio nos posiciona essa linha como um obstáculo simples a dispor “um pequeno passo rumo ao desconhecido” e o desconhecido é nossa oportunidade de conquista de estar próximo de nossa imortalidade e isso  com certeza aciona um de nossos instintos primários o medo.

Medo enquanto instinto força instintiva que aciona mecanismos estranhos em nosso corpo e produz sensações que julgamos desagradáveis… mas a compreensão dele como instinto nos abre a possibilidade de olhar cada linha que transpomos com o caminho ao Nirvana, ao Céu a outros  mundos a outras realidades.

O conhecimento cientifico e tecnológico que o homem adquire através dos anos aumenta as linhas internas do caleidoscópio mas não produz alteração no invisível circulo a que nos prendemos, a evolução traz conhecimento para suplantar o invisível mas só o utilizamos para caminhar cada vez em realidade mais tênues e caminhos mais obscuros e fechados de nosso caleidoscópio.. expandimos o interior mas nunca a linha invisível.

Através de séculos forjamos um conhecimento e aceitamos como profetas pessoas que viveram ante de nós e expressaram de forma variada e cada um a seu tempo que Deus é amor e Deus é uno ou que não existe uma figura central criadora, o conceito de um único deus domina 85% da cultura Teológica mundial.

No século XXI o conceito de que deus é amor se expressa em  100% das religiões praticadas e o amor é a base das religiões que não acreditam em um ser criador.

Marginalmente aos profetas que nossa cultura ocidentalizada aceita terem existido como enviados de Deus ou que expressaram novas fés sem a figura do criador (Jesus, Sidarta , Maoeme, João Baptista, Moises, Krishna, Caytana), existem pessoas que utilizando seu livre arbítrio conseguiram em épocas e condições diferentes deixar marcas que podem ser sentidas até hoje e que a seu jeito contribuíram para uma nova perspectiva de seu tempo (Gandhi, Thomas Moore, Martin Luther King, Biko ….) estes sem possuir o status de profetas conseguiram difundir conceitos que modificaram profundamente a forma e abordagem do ser ocidental em relação a assuntos que intrinsecamente estão ligados a nossa procura religiosa.

Os caminhos da religiosidade sempre estiveram presentes na evolução do ser humano enquanto ocupante do Planeta Terra que habitamos.

A religião é a grande mola propulsora de todos os grandes avanços do homem, nossos méritos e conquistas sempre focados e agradecidos a algo maior tão intimo e distante de nossa realidade cotidiana.

Sistematizar o conhecimento que adquirimos enquanto humanidade conjuntamente  e saber que  temos a chance de  poder alcançar pontos invisíveis distante do caleidoscópio e além das linhas, deve ser um motivador constante de nossa caminhada e objetivo primário da tomada do conhecimento, aprendemos para nos tornar mais sábios e com o conhecimento acumulado alcançar outros níveis.

O que nos ensinam e o que nós aprendemos deve ser usado para nossa transcendência cada ser é uno como é o deus mais aceito e como foram os profetas e cada caminho difere entre uma realidade e outra o conhecimento é democrático e permite a todos independente de classe, cor, religião ou cultura alcançar os níveis mais altos de qualidade de vida a iluminação como alguns chamam ou o paraíso de outros.

 

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